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8 de novembro de 2016

Comunicado.

Amados. Estou com dificuldades pra atualizar o blog devido meu computador ter dado pane.
No mais em breve trago atualizações dos contos e novidades.

Peço desculpas desde já.

Att. Daniel

28 de agosto de 2016

Realizei a vontade da mulher do meu amigo; Ahhh e ele vendo tudo.

Eu e Breno somos amigos de longa data. Sempre tivemos uma amizade de ele saber meu lance e eu os dele.
Breno) - Cara! Sabe que to casado a há uns tempos, e esse lance de que o sexo meio que esfria e complicado, acho que estou vivendo essa situação.
Eu) - Putz. E fria né. Tem que buscar entender, já conversou com ela a respeito?
Breno) - Pior que não, tenho certo receio.
Eu) - Tem que encarar se não seu casamento vai cair na rotina.
Dei maior conselho pra ele, conversamos bastante.
Eu sou Edmar, tenho 29 anos, trabalho como segurança, 1.79 de altura, negro, 21 centímetros de rola e com corpo em forma, não me sinto um cara atraente, porém nunca tive dificuldade com as mulheres, sou um cara de boa.
Passado alguns dias Breno vem novamente em casa, parecia chateado.
Eu) - O que ta pegando mano?
Breno) - Conversei com a Paula.
Eu) - E dai?
Breno) - Ela veio com umas paradas estranha.
Eu) - Hummmm
Breno) - Ela falou que fantasia transar com outro enquanto eu ficaria olhando. Disse que é algo diferente que ela sempre quis fazer. To grilado. Como ela fala isso assim?
Eu) - O fato dela falar e passar o que sente não conta? As mulheres têm essas fantasias, então não há julgue, afinal ela ta sendo sincera ao invés de buscar em outro lugar sem ao menos você saber.
Breno) - Pior Né mano!
Confesso ao leitor que meu amigo era um cara de sorte, Paula é uma baita de uma mulher, simpática e bonita, seio farto e um belo par de coxas, tem por volta de 32 anos, é uma loira atraente e vaidosa.
Eu) – Sei que para o homem as vezes é complicado amigo, mas tente ouvir ela e se você concordar vai em frente, busque alguém da confiança do casal e tal.
Naquele momento conversei bastante, afinal pra mim essa situação não era novidade, como disse sou um cara moderno e que para o prazer de ambos busco fazer meu melhor.
Passado algumas semanas ele me liga, parecia afoito perguntando se eu estaria trabalhando, porém já estava em casa.
- Estou indo ai. ( Dizia Ele )
Aproveitei que ele viria e ergui aquela cerveja pra gelar, afinal era minha folga e ter companhia pra beber sempre é bom.
Não demorou muito e lá estava ele, parecia resabioso e tal, bebemos, ouvimos uma boa música sertaneja e então resolvi perguntar.
Eu) - O que virou o lance lá com a esposa?
Breno) - Foi disto que vim falar, faz uns dias que topei, porém ela tinha duvidas de me falar um nome.
Eu) - E Dai? Chegaram a algum acordo?
Breno) - Então... Nessa conversa surgiu seu nome.
Fiquei meio que sem o que dizer, pois nunca pensei que aquela gostosa queria sentar na minha rola.
Eu) - Mas eu?
Breno) - Ela disse que curtiu você, e já até ouviu algumas coisas das amigas dela que já transou com você, e como tem que ser alguém de confiança...
Meu cacete já estava duro só de imaginar o corpo daquela delicia.
- Mas não vai atrapalhar nossa amizade? Perguntei.
Breno) - Claro que não.
Eu) - E eu faria o que?
Breno) - O que ela quiser, vão ter total liberdade.
▪2 DIAS DEPOIS.
Fui a casa deles e ele me recebeu de boa, sentei no sofá e ficamos conversando, ele disse que sua mulher estava no banho, eu estava todo estigado e já começamos a beber, ele bebia bem mais rápido, provavelmente pra criar coragem.
Quando ela aparece a vejo com um vestidinho preto, salto alto, eu nem acreditava que iria ter uma loira linda daquela.
Ela sentou ao meu lado me perguntou o que achava da fantasia dela, respondi que sou um sortudo em ter sido escolhido.
Paula) - Porque sortudo?
Eu) - Uma mulher gostosa igual a você tem que ser bem tratada, e bem fodida.
Ela deu uma risada e notei o olhar de Breno.
Resolvo perguntar:
- E porque eu?
Paula) - Essa sua cara de mal, corpo bonito e esse olhar de safado, e porque uma amiga já falou bem do seu belo equipamento e fiquei com vontade de provar, ela disse que você tem um belo cacete.. Quero ser sua puta hoje, ser sua cadela.
Ela se aproximou e com saboroso beijo sentia seu corpo ao meu, aquela mulher cheirosa e eu com a rola uma pedra.
Eu) - Você tem certeza que quer ser tratada assim, pois vou te foder pra valer.
Notei que meu amigo estava de olho regalado, ela percebendo nossa troca de olhares.
Eu) - Não é isso corninho? Não é desta forma que ele tem que me tratar?
Breno fez sinal positivo com a cabeça.
Eu) - Vamos pro quarto, quero comer você na cama desse corno.
Eu e ela fomos à frente, aquele ambiente aconchegante, fui tirando minha roupa e logo ela se libertava da dela, ali em um beijo e pegando firme no seu cabelo já ordenei.
-Tira minha cueca com a boca sua puta!
Ela obedecia, estava sedenta por sexo e tinha meu cacete pra mamar, em seguida o corno do meu amigo entra no quarto e senta num puff ao canto, e a meia luz ele via sua mulher engolir minha geba.
Aquela vadia sabia bem como sugar uma rola, sua língua caminha por toda extensão da minha pica, eu a forçava colocar tudo na boca, em momentos ela parecia engasgar, dava uns tapinhas na sua cara a fazendo provar cada centímetro.
- Ta gostando de ver corno? Dizia eu:
Pequei minha rola e deu com ela na cara da vadia, Breno apenas olhava ao ponto dela fala:
-Tira a roupa seu corno. Anda!
Ele meio que relutou mais cedeu, ela então resolveu apelar.
- Olhar amor que pau gostoso, olha essas bolas amor, hummmmmm que delicia.
Ela mamava enquanto olhava pra ele, parecia encantada, cada parte do meu pau era sugado enquanto acariciava minhas bolas, as lambia e curtia sempre olhando fixamente para Breno.
Paula) - Nossa!!! Bem melhor do que me falaram.
Saindo do meu pau ela caminhava sua língua pelo meu corpo, pegava em meus braços e via o quanto o negão aqui era diferente do maridinho dela, parecia alucinada com aquela situação.
-Quer pica vadia? Então você vai ter.
A joguei na cama e fui lambendo sua rachada, dei umas três sugadas enquanto ela passava a xoxota no meu rosto, já fui fincando a madeira naquela buceta toda babada.
- Toma sua puta!
È ferro que você quer? Toma!!!!
Ouvíamos os estalos da cama com cada socada, ela gritava feito uma puta insaciável, então olhando pro seu macho eu disse:
- Olha corno como fode uma vadia, olhaaaaaaaaaa!!!
Em três metidas à puta já gozava, soquei a rola a ouvindo gemer, ela unhava meu braço com a força do seu prazer, eu ali metendo sem dó, sua expressão me levava à loucura...
- Fica de Quatro!!!!
Sem ratear ela empina aquela xoxota que então já levava mais pau...
- Toma puta!
Dei dois tapão na sua bunda a levando ao extremo, então em seguida ela já soltava seu gozo novamente.
Acelerei as metidas e ela parecia bamba de tanto pica, gemia enquanto o corno tocava uma punheta, socava com vontade e ela caia na cama, já estava exausta e precisava se recompor no banheiro.
- Já volto!
Deitei enquanto em segundos ela voltava já pulando sem medo na minha geba, tinha ido se refrescar no chuveiro e estava toda molhadinha,
Aquela vadia subia e descia no meu pau, eu mordia o biquinho do seu seio enquanto minha mão caminhava por todo seu corpo, a sensação de prazer era além, via que Breno tocava uma com forca e no olhar daquela loira gostosa via expressão de satisfação, eu ainda segurava o gozo e bem baixinho falei ao seu ouvido. (Ajoelha pra eu gozar na sua boquinha)
Ela obedecia e abocanhava gostoso meu pau; dei uns dois tapas na cara dela.
- Olha pro corninho, mostra pra ele que você gosta de tomar leitada.
Não demorei muito pra encher a cara dela de porra, era tanta porra que chegava escorrer, via que ela salvava um pouco e ai correndo na direção de Breno o beijando com a boca toda melecada com meu gozo.
Deitei na cama e a via em cima dele que cedia aos beijos com o gosto de minha porra, ele parecia louco por tudo aquilo e se libertava com aquela punheta que saia seu gozar.
Ela sai de cima dele e vem toda sorridente na minha direção já ordenando.
- Deu uma fominha, vai La corninho preparar algo pra gente comer.
Breno se levantava rumo ao banheiro para se limpar e então obedecia, estava ele na cozinha, enquanto eu e Paula ficamos na cama se curtindo e esperando a janta que o corno do meu amigo preparava.
FIM
Historia do leitor Edmar - Minas Gerais 

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12 de agosto de 2016

Comi a mãe da minha namorada.

Sou Bruno, tenho 18 anos, corpo magro, 1.80 de altura, olhos castanhos, gosto de uma boa bermuda e chinelos, em mim o que se destaca são lábios e também o sorriso, vou a historia de quando eu estava namorando uma amiga minha fazia uns 2 meses, ate então eu nem ligava para mãe dela.
Ai teve um dia que a mãe dela chegou e pegou a gente transando no quarto, foi uma cena constrangedora, afinal nem deu tempo pra me cobrir, era eu com o mastro na frente da coroa, ela fez a gente colocar nossas roupas e começou a conversar, perguntou se eu não tinha medo de engravidar a filha dela, maior ralo em ambos, nesse dia ainda dormi La e ficamos de boa; porém nem chequei a gozar legal com receio da coroa pegar a gente de novo.
Teve um dia que a minha namorada estava no colégio e ela me chamou pra eu ensinar ela a mexer no celular novo que ela tinha comprado, alegando que minha namorada não tinha paciência, eu na inocência fui.
Quando cheguei ela estava com um short curto, uma camiseta soltinha e sem sutiã; fiquei com tesão na hora, afinal a coroa e maior delicia, mas me segurando porque sabia que não era certo, ate que ela começou a perguntar se tinha gostado do jeito que ela estava e começou a alisar meu pau, sem reação nenhuma a deixei tirar ele pra fora do meu short e nos beijamos.
Aquela boca gostosa, seios fartos e realmente um tesão de mulher, ao mesmo que nos beijamos ela punhetava minha rola, aquela situação era muito excitante.
Então ela se ajoelhou e começou a mamar com força, estava esfomeada pela piroca, lambia toda extensão da minha geba olhando fixamente pra mim.
- Nossa! Que pica gostosa, minha filha esta de parabéns.
Ela começou a se despir e a vendo peladinha não aguentei e comecei a chupa-lá da cabeça aos pés... minha língua chegou na sua bucetinha lisinha, toda cheirosa eu comecei a seu grelinho a levando a loucura, ate chegar no seu cuzinho, a fazendo se contorcer de prazer.
Abri as pernas delas e comecei a pincelar minha rola na entrada da sua xoxota, ela rebolava sedenta por sexo, implorava pra ser atolada, em beijos a enganava num tira e poe desafiante, sua bucetinha já estava toda molhada de prazer.
Cada estocada era uma viajem pra ambos, afinal aquela mulher era muito gostosa e o corno do seu marido não fazia a obrigação dele; cabia a mim saciar suas vontades.
Suas mãos caminhavam por todo meu corpo, em beijou e num sexo ousado apenas sentia seu gemer, era alucinante e ousado, via ela feito uma cadela no cio se desprendendo do seu gozo, que num gemer alto ela soltava todo prazer escondido.
Com toda aquela situação não demorei muito pra encher a xota dela de porra, retirei meu pau da sua bucetinha fazendo ela voltar a me mamar, limpava todo a extensão do meu pau e ele logo deu sinal de vida novamente.
Olhando-me fixamente a ouvi pedir:
- Mete no meu cuzinho!
Sem mesmo pedir ela ficou ali de quatro pra mim, meti com vontade, ela gritava de prazer, pedia pra socar mais e mais... ; eu nem conseguia pensar que estava arrebentando a sogrinha na vara, ela ali rebolando... se entregando a uma rola de 19 centímetros, quando estava quase gozando ela pegou meu pau e começou a mamar... putzzzzzzz que deliciaaaaaaaa... Engoliu tudinho o leite:
Jatos e jatos de porra na boca dela, ela olhando e recebendo cada gota pra si.
Uma viagem aquele sexo, estávamos suados e satisfeitos...
Depois tomamos um delicioso banho e então agimos como nada tivesse acontecido
FIM
AUTOR - DANIEL
HISTORIA DO LEITOR BRUNO DO PARANA
*********

20 de julho de 2016

Transei com a coroa; amiga da minha mãe.

Era por volta de umas 18 horas, eu acabava de chegar do trabalho e como sempre fui direto para o chuveiro, apenas observei antes um bilhet
e da minha mãe na geladeira, ela dizia estar indo na casa da minha tia, e que iria dormir lá por ser do outro lado da cidade.
Abri o chuveiro e fiquei ali, massageando minha rola pensando que estaria sozinho e que não seria nada justo sem comer nenhuma mina, veio algumas na minha mente, porém ouço a campainha tocar. Putzzzzz. Atrapalhava minha punheta; coloco uma toalha e vou ver quem era.
Sou Lucas, tenho 28 anos e trabalho numa transportadora, sou um cara na minha, apesar de ser bem descolado prefiro minha casa que uma baderna, terminei meu namoro com uma mina faz uns 05 meses por causa de ciúmes, gosto de uma boa caminhada ao invés de academia, tenho um corpo magro porem em forma, coxas que se destacam segundo as mulheres, cabelo meio encaracolado e uma barba rala a fazer, curto mulheres de todas as idades, porém é os seios que me chama a atenção, adoro mulheres com belos seios seja grandes ou pequenos o que me excita é sua forma.
De toalha abro a por ao canto, noto ser Stela; Amiga da minha mãe; uma coroa de uns 40 anos toda em forma, sempre vem em casa, loira e dona de uma beleza que me fez dedicar algumas punhetas a ela.
Stela) – Sua mãe esta?
Eu) – Foi na casa da minha tia; se quiser pode entrar, vou ver se ela vai demorar.
Abro a porta e quando a noto sinto uma excitação; toda cheirosa dentro de um belo vestido, salto e seus cabelos, joias e um batom admirável, realmente Stela chamava a atenção e dava um baile em algumas garotas.
Eu) – Desculpe, estava no banho, vou só me tirar o sabão e me vestir, já te atendo.
Deixei a coroa lá na sala, me enxaguei e ali de piroca dura, sabia que minha mãe não viria tão cedo, pedi pra ela entrar na esperança de matar meu desejo por aquela mulher, vesti uma bermuda e sem cueca ficava em destaque minha geba.
Eu) – Desculpe a baderna, mãe saiu cedo e nem deu tempo de organizar nada, acabei de chegar do trabalho.
Stela) – Sem problemas. Nossa! Como você cresceu esta um belo homem.
Eu) – Você que esta cada dia mais linda; seu marido tem que se cuidar.
Stela) – Aquele lá já não faz nada faz horas rsrsrs, inclusive ter crimes rsrsrsrs
Resolvi cair em cima da coroa, afinal meu pau já estava demonstrando sinal de que não resistiria a aquela bela mulher; chequei bem perto, senti sua respiração ofegante com minha aproximação.
Eu) – Ele não sabe o que esta perdendo...
Senti que ela tinha medo, porem desde que me viu somente de toalha parecia estar energizada com vontade de sentir prazer.
Stela) – Não podemos... Sua mãe é minha melhor amiga... Ela pode chegar...
Então nossa boca se encontra sua mão já se estendia ao meu corpo e num misturar de vontades estava eu ali, finalizando a melhor amiga da mamãe; a gostosa que dediquei altas punhetas, boca carnuda e um beijo provocante eu a tocava, sentia aquele beijo doce, gosto de batom provocante, sentia sua mão tocar na minha rola que explodia dentro daquela bermuda.
Stela) – Sua mãe pode...
Eu) – Relaxa; ela não vem hoje...
Tranquei a porta, a pequei no colo e a levei até meu quarto.
Stela) – O que esta fazendo?
Eu) – Não quer?
A resposta veio num beijo ardente e ao cair na cama notava suas curvas e uma bela calcinha rosa, um sutiã cheio de detalhes, ela me olhava também a meia luz, analisava meu corpo e principalmente a geba que iria consumir, fiquei por uns minutos a admirando, ao ponto dela sentar na cama, pegar no meu mastro a começar a chupa-lo todo.
Que sensação gostosa de ter uma mulher que sabe chupar deliciosamente. Stela consumia toda extensão do meu pau, eu não conseguia resistir e cada passada de língua era uma viagem, pensava eu. “Essa sim sabe mamar com vontade”.
Stela parecia estar sedenta de sexo; eu queria saciar essa sua vontade e matar meu desejo, notei seu olhar meigo enquanto eu a pedia pra deitar, comecei a passar a língua em todo seu corpo, ela se arrepiava e eu chegava até sua calcinha, na qual a retirava com a boca a levando ao delírio, ela já estava toda meladinha e eu começando a chupar sua xaninha; passava minha língua em seu grelo e me lambuzava com o gosto do seu sexo. Stela se contorcia e suas mãos se perdiam e em puxadas fazia do meu cabelo as redias para seu delírio; eu caminhava minha língua, sugava sua buceta, sentia seu lambuzar e então ela me arrastava até sua boca, me beijava a falava baixinho ao meu ouvido:
Stela) – Me come!!! Enfia esse pau em mim!!! Quero te sentir.
Comecei a rosar meu pau na entrada da sua grutinha; ouvia gemidos e unhadas, cada centímetro que sumia dentro dela era uma sensação mutua de prazer, sentia o caminhar com liberdade das suas mãos enquanto eu metia com vontade naquela bucetinha apertadinha, comecei então e lamber aquele belo par de seios, dar suaves mordidas em um, enquanto o outro era acariciado por minhas mãos, ela gemia gostosamente, logo em estocadas a fazia ousar de prazer, seu sexo dava sinais.
Eu) – Goza!!! Goza!!! Goza!!! Mela meu pau meu amor...
Ela se contorcia toda e eu sentia seu gozo... comeceimeter mais e mais, sem parar... ao mesmo tempo que em suor a via olhando pro teto e seu corpo tremendo de prazer. Eu dava estocada que fazia a coroa sentir o baque da cama, ela se segurava em mim enquanto meu pau ia fundo, calmamente fui diminuindo a pressão enquanto nos beijavamos, resolvi desafiar meu desejo.
Eu) – Fica de quatro pra mim?
Ela então empinava sua bunda, enquanto eu analisava o estrago feito naquela xereca toda inchada; eu metia língua naquela bucetinha toda melada, ela rebolava e então o destino foi seu cuzinho, lambia cada extremidade daquele rego apertadinho, misturava ele com o gosto de sua xoxota e ela parecia possuída de prazer, molhei bem seu anelzinho ao ponto de enfiar meu pau, ela estava tensa, com medo então a pedi pra deitar de lado, chupei mais um pouco seu cuzinho enquanto ela brincava com seu grelinho, então fui rasgando calmamente a parede do seu cuzinho, aos poucos notava que ela sentia uma mistura de dor e prazer, porem em beijos e num enfiar leve via minha rola entrar, dei mais um lubrificada e ai sim, com vontade seu cuzinho estava todo consumido pelo meu mastro, dei um tempo e sem muito metia, estocava tudo num vai e vem ousado, aquele cuzinho piscava no meu pau enquanto eu metia, ela gemia loucamente, parecia querer gozar mais e mais, eu também não iria aquentar muito tempo, até ela loucamente anunciar mais um gozo, eu naquela adrenalina me preparava pra inundar seu cu de porra; num êxtase do momento ela massageava sua gruta, enquanto eu arrombava seu cu ficávamos ali, corpo a corpo e sem muito gozávamos ao mesmo tempooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo;;; Nossaaaaaaaaaa. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII QUEEEEE deliciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. (CAIA SOBRE A CAMA)
#FIM
AUTOR: Daniel
EMAIL:
contosdedaniel@mail.com

30 de junho de 2016

Esperou a mulher sair de casa pra arrombar o enteado


Sou casado há dois anos, Clarice tem um filho que se chama Jeferson, um garoto no mínimo estranho, sempre teve mais amizade com meninas do que com meninos, um jeitinho incomum para rapazes da idade dele; comecei a desconfiar que ele não curtisse uma xaninha e sim uma rola, afinal seus trejeitos e sua forma de agir o entregava.
Chequei a comentar com minha esposa que afirmava ter um homem em casa, que erra uma fase e então acreditasse que ele era um machão, fiquei encabulado com tudo aquilo, afinal ele parecia mais uma frutinha que um comedor.
Certo dia notei que um tal de Renan vinha em casa, era um colega de escola dele, nem liguei pois deveria ser pra fazer algum trabalho da escola, mas ao passar pelo corredor e ouvir barulho no quarto dele resolvi espiar, e não era que o viadinho tava mamando o tal colega, via ele lá de joelhos caindo de boca na piroca fina do amiguinho.
Na hora fiquei de pau duro, afinal ele sabia mamar deliciosamente ao ponto de deixar seu amigo dar leitinho na sua boca, disfarcei e voltei para meu quarto, lá toquei uma bela punheta, era um gozo de vontade, pois queria comer aquele cuzinho, mas não sabia como fazer. Afinal minha esposa me negava o dela.
Acordamos cedo, geralmente saiu as 07 para trabalhar, porém neste dia inventei pra minha esposa que deveria estar mais tarde, ela foi à frente e fiquei somente eu e Jeferson que estudava no período da tarde, entrei no seu quarto, o notei meio dormindo ainda.
Jeferson) – Hummm não foi trabalhar?
Eu) – Não cara! Fiquei pra bater um papinho com você.
Ele ali deitando sem entender nada do que esta acontecendo, quando jóquei a real.
- Ontem acabei vendo o que estava aprontando com seu coleguinha
Jeferson) - O que???
Eu) – Chupando o pau dele
Jeferson) – Ahhh foi só brincadeira, não teve malicia não...
Eu) – Para de graça, desde quando um homem mama na rola de outro? Isso é coisa de viadinho.
Jeferson) – Não conta nada pra minha mãe não. Por favor!!!
Eu) – Relaxa, quero ver se você mama gostoso mesmo.
Fui então abaixando minha bermuda e colocando a mostra meu pau.
Jeferson) – Ahhhh O que ta fazendo?
Eu) – Cala a boca e mama!
Ele parecia nem acreditar, meu pau deve ter uns 19 centímetros, grosso e com uma baita cabeça, era enorme diante da rolinha que ele mamava no dia anterior.
Jeferson) – Cara! Faz isso não.
Eu) – Pensasse antes de virar uma bichinha, anda logo, chupa tudo.
Pequei ele e o direcionei rumo ao meu pau, ele meio que tentava sair, mas era notável que estava admirado da minha rola, sentia sua boquinha encostar o meu pau e ali em momentos via ele degustar cada centímetro.
Eu) – Esta gostoso meu viaidinho?
Jeferson) – Sim.
Eu) – Issoo!!! Chupa!!! Ahhh Que delicia!!!
Realmente ele sabia mamar gostoso, sentia sua língua caminhar por toda extensão da minha pica, logo ele se soltava e já se entregava ao prazer, suas mãos caminhavam sobre meu corpo enquanto ele mamava meu pau.
O puxei pelo cabelo e dei-lhe um prazeroso beijo de língua o fazendo perder o fôlego enquanto apalpava sua bundinha.
Eu) – Hoje esse rabinho vai ser meu!
Jeferson) – Ahhhh não faça isso, é perigoso...
Eu) – Voce não tá afim?
Jeferson) – Ahh não sei....
Tampei sua boca e mandei-o ficar de quatro na cama, ele tentava se esquivar mais eu iria comer aquele cuzinho hoje, sentia também que mesmo depois da pressão ele estava curtindo e queria sentir meu pau dentro dele, então se colocava de quatro, já estávamos nús e via seu rabinho branquinho e seu anelzinho ali preparado pra ser atolado.
Jeferson) – Vai devagar...
Cuspi na ponta do meu caralho e o aproximei do seu anelzinho, ele meio que tremia e então bem devagar fui enfiando cada centímetro, ele gemeu gostoso quando fiz pressão, apertou seu anus de medo, pedi pra ele relaxar e que ele iria curtir, mas ele estava tenso porem afim de ser minha mulherzinha, não demorou muito pra ter somente meus bagos de fora, saia água dos seus olhos, fiquei ali por alguns instantes pra ele poder acostumar com meu pau.
Comecei então a fazer alguns movimentos, ele parecia mais relaxado e foi então que TIRAR e POR virou mais frenético, comecei a come-lo gostoso, seu cu estava bem apertado e eu ali, com pau que parecia explodir diante de tanto tesão, não demoraria muito pra gozar.
Cada fincada do meu cacete era um gemido diferente, ele parecia estar energizado e delirar ao se livrar de seus medos e dúvidas.
Aquela foda logo cedo, cheiro de macho e de sexo, eu metia e então enchia seu cuzinho de porra, eram jatos e jatos de prazer, ele parecia também se aliviar num gozo e eu todo satisfeito, afinal fazia tempo que não comia um rabinho.
Jeferson) – Nossa!!! To todo arrombado.
Nem dei moral, me vesti e apenas disse antes de sair do seu quarto.
- Não quero mais te ver de viadagem com esse tal Renan.. È uma ordem.
FIM
Autor - Danyel
escritordanyel@hotmail.com
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www.escritordanyel.blogspot.com

26 de maio de 2016

A primeira vez a gente nunca esquece.

Sou Bruna, sempre fui do tipo recatada devido vir de uma família evangélica, mais foi ao conhecer Matheus que tudo mudou, ele era irmão de uma amiga minha, 19 anos, branquinho, cabelo no olho, olhos castanhos e corpo magro, desde nosso primeiro momento soube que aquele era o cara ideal pra perder minha virgindade.
Sou loira de 1.60 e altura, tenho corpo natural, minhas coxas que se destacam e também minha bunda, tenho poucas amigas e sou na minha, prefiro um bom livro.
Minha amiga disse que ele estava afim de mim, naquele primeiro momento tive dúvidas e receio pela família mais fomos levando, cada encontro era um sentimento novo, beijos e carícias me faziam sentir-se uma mulher.
Minha vagina ficava molhada e seu corpo quente me mostrava a direção do prazer, me perdia com as mãos, sentia seu sexo pulsar e meu medo de tentar me ousava.
Logo o apresentei a minha família e então teve toda preocupação e o medo, não queria o peso de apresentar para eles um futuro marido, mas sim um namorado.
Fazia quatro meses que estávamos juntos e ele sempre respeirador.
Cheguei do culto de domingo, disse estar cansada e queria dormir mais cedo, então liguei pra ele marcando deve vir escondido mais tarde, ele deu um sorriso malicioso e eu curtia a vontade de ser mulher para meu macho.
23 horas já estava deitada, sabia que mais pais dormiam cedo, o quarto deles era distante do meu, finji esquecer nosso cachorro preso e por volta da meia noite la vem meu homem tentando escalar nossa janela.
Eu) - Cuidado pra não fazer barulho.
Ele entrou e logo se beijamos, eu já estava toda pronta pra sentir o gosto do sexo de Matheus, ele aparentava surpreso com minha ousadia porém gostosamente preparado.
Me jogou na cama, liguei o som baixinho e recebia seus beijos e seu corpo.
Todo nu via aquele cara, sentia se jogando em cima e mim, deitando ao meu lado.
Ficamos nos beijando e logo ele começou a passar a mão pelo meu corpo, apertava meus seios e foi descendo, até chegar na minha bucetinha, que já estava melada.
Ele começou a passar o dedo na bucetinha e ir metendo o dedo em mim, fazia movimentos leves e me beijava, mordia mais lábios e curtia a meu olhar de tesão.
Foi beijando meu corpo até chegar com sua boca no meu grelo, quando senti sua linguá fiquei louca de tesão, arrepios e prazer....
Ele foi chupando e metendo dois dedos na minha buceta, sentia sua lingua passear sobre minha gruta, começou a colocar a linguá dentro da buceta e seus dedos indo lentamente dentro do meu cuzinho.
Percebeu que era muito apertado e deixou apenas um no meu cuzinho, foi me chupando e fazendo o movimento de entra e sai, foi deixando meu cu a vontade e ai sim conseguiu preencher meu rabo com os dois dedos.
Naquele momento tudo que eu queria era a piroca dele me penetrando.
- Vem me come!!
Ele foi subindo e veio me beijar deixando sua bela pica achar o caminho da minha bucetinha virgem.
Quando senti aquela cabeça querendo me foder senti um pouco de medo, pedi para ele ir colocando bem lentamente, pois era grande e grosso o pau dele.
O fato de eu estar bem melada ajudou, ele foi colocando lentamente fazendo o movimento de vai e vem bem gostoso, beijando minha boca e olhando meu rosto de prazer.
Ate que entrou aquele pau todo dentro de mim, ele manteve e perguntou.
Matheus) - Está tudo bem?
Em gemidos respondi
-Maravilhoso.
Então começou com movimentos mais firmes e eu ficando louca, ele me fodia com vontade, e bem gostoso....ai meu Deus que homem é esse, ele me fodia com uma pressão enorme, eu gemia alto, ele socava mais e mais, e eu gemia mais.
Logo me deu uma vontade de gritar que eu queria gozar no pau dele, nem precisei falar, me contrai um pouco e ele falou...
- Goza meu amor, mela meu pau.
Não aguentei e gozei pela primeira vez, ele não parava, metia com força
Eu) - Aiiiiii que delicia...mete gostoso... Mete!!!!!!!
Sentia seu pau penetrar bem no fundo e voltar, metia e tirava, voltou a fazer uma sequencia rápida e forte e veio a vontade de gozar pela segunda vez, dessa vez eu avisei,
Eu) - Aaaaaiii amor vou gozar de novo..
Aiiiiii gozei que deliciaaaaa.
Eu o unhava e sentia seu gosto e seu olhar de prazer, ja estavamos suados.
Ele me pediu para ficar de quatro, fiquei e ele meteu a boca na minha buceta, passeava com sua língua e eu me contia com tamanho prazer... senti sua língua encostar no meu cuzinho que piscava com aquela sensação.
Quee delicia sentir sua língua no meu cuzinho deixando ele bem lubrificado.
Levantou e apontou a cabeça no meu buraco, fiquei um pouco nervosa e o pau não entrava...
Matheus) - Deita de lado.
Pedia ele, então ele chupou mais um pouco meu cu, assim dei uma relaxada, e ele apontou a cabeça do pau no meu rabo de novo.
Com metade da cabeça dentro de mim, ele foi me puxando levemente, e o pau dele foi rasgando lentamente aquela parede do meu cuzinho, era uma mistura de dor com prazer, mas estava gostoso.
Cada centímetro que entrava me deixava ainda com mais for e tesão, não demorou muito pra sentir toda rola dele dentro do meu cu, ele deixou um tempo o pau parado dentro de mim, mas eu sentia latejando aquele caralho dentro da minha bunda.
Ele foi no vai e vem, vai e vem...até eu acostumar, a dor foi passando, meu cu gostando do pau dele, ai sim ele meteu com vontade, metia e eu gostando de levar no rabo, enquanto sentia ele mereceu brincava com meu grelinho que me levava ao extasse, sentia suas bolas batendo na minha buceta enquanto seu pau judoava do meu rabo. Nossa!!!! Era muito gostoso.
Cada fincada no meu cu era um calafrio e um prazer a mais, ele anunciava seu gozo, porém me mandou ajoelhar enquanto ele estava em pé na cama. bateu uma punheta na minha cara e gozou, um belo jato que sujou minha carinha toda, sentia ali a vara dele espalhar toda sua porra enquanto minha língua tentava aproveitar algumas gotaa, e ali, senti em beijos e carícias, num sexo prazeroso o quanto era gostoso o desejo entre um homem e uma mulher, era assim eu me descobrindo..
COM
Autor. Danyel

16 de maio de 2016

Comi o coleguinha da minha irmã.

Sou Jorge, 25 anos, alto e moreno, faço academia e atualmente curso engenharia civil numa faculdade particular aqui de Campo Grande MS.
Moro com meus pais e tenho uma irmã de 17 anos, sou um cara estiloso, curto me arrumar e também me cuidar, atualmente pego umas minas e prefiro assim, sem me apegar a alguém.
Eu e Jessica, minha irmã se damos super bem, as vezes ela até agiliza com algumas amigas dela é eu caio matando... kkk
Era final de tarde de sexta e eu estava de folga e tinha ido jogar um futebol com amigos, minha mana falou que teria que fazer um trabalho e por isso viria um amigo dela, mas que ate agora nao tinha chegado, entrei e fui direto para o banheiro tomar um banho pois estava super suado.
Depois do banho desço de bermuda e sem camisa, noto que o tal carinha já estava na sala com Jessica
Jessica) - Esse é meu irmão Jorge.
Eu) - Prazer mano!
Rapaz) - Prazer, me chamo Heitor.
Logo quero saber do pai e e mãe
Jessica) - Foram a um curso em São Gabriel do Oeste, voltam no domingo cedo.
Eu) - Beleza então, vou subir, descansar.
Reparo nesse meio termo que aquele cara tinha jeito estranho, afinal ficou me encarando, deito na minha cama e bato aquela punheta pra relaxar. Caiu no sono...
Acordo 19 horas, vou tomar meu banho e chego na sala.
Eu) - O cara já foi?
Jessica) - Faz horas kkl Ahhh ta fazendo sucesso maninho.
Eu) - Como assim?
Jessica) - Heitor acho você gatinho kkkkk
Eu) - Ele é gay?
Jessica) - Nem parece ne.
Eu) - Pior que não kkk
Ficamos ali conversando e chegava a conclusão que era por isso que ele não desgrudava o olho de mim. Hummmmm
Jessica) - Amanhã vou sair cedo, tenho uma prova e devo voltar depois das 11.
Eu) - Beleza!
Resolvo nem sair de casa apesar de sexta feira fico vendo filme até tarde
●● Acordo com o barulho da campainha, noto o relógio e era 8 horas, me levando, estava somente de cueca, rola meia bomba e com muito sono, lembro que minha irmã sairia cedo, desço a escada e ao abrir me deparo com Heitor.
Heitor) - Jessica está?
Eu) - Não, ela foi sei lá onde.
Heitor) - Vim deixar o caderno dela que pequei ontem.
Eu) - Entra ai, fica de boa
Ele entra e eu ali, ele parecia se sentir desconfortável eentão lembrei que o carinha gostava de piroca, putz estava num tesão danado, fui na cozinha por água esquentar pra fazer café.
Eu) - Cara desculpa ta assim, vou subir, lavar o rosto e colocar uma bermuda.
Heitor) - Desculpa eu te acordar.
Dou uma arrumada na minha rola ali pra deixar o carinha aguçando e subo, noto que aquele gayzinho além de educado era bonito, magrinho e tinha um jeitinho tímido que me chamava a atenção.
Nunca tive nada com nenhum cara, apenas numa festa fui mamado e tal, mas não passou disso, confesso que além do tesão que estava via naquele carinha ali na sala a chance de matar minha curiosidade.
Coloquei uma bermuda e desci, preparei um café e levei a ele que estava na sala.
Eu) - Obrigado pelo elogio.
Heitor) - Ahhh?
Eu) - Minha irmã me confidenciou que você me alogiou ontem.
O cara ficou todo vermelho.
Heitor) - Deve estar acostumado.
Eu) - Por homens bem tanto.
Heitor) - Ao menos que não saiba kkkk.
Eu) - Pior mano!
Tomei o café e dei uma ajeitada na rola.
Eu) - E ai?
Heitor) - O que?
Sento do lado dele ao deixar o copo na mesinha de centro, ele era muito tímido, ligo o som e ai ficamos mudo; pego na sua mão e coloco na minha rola, que explodia de tesão por aquele magrinho com boca linda, pequena e tal, olhar tímido.
Ele massageia minha rola por cima da bermuda.
Eu) - Relaxa!!! Gostou do meu pau?
Ele fez sinal de positivo com a cabeça.
Tenho uma rola majestosa, 20 centímetros, cabecona vermelha e cheia de veias, ele parecia assustado com o tamanho.
Heitor) - É que... que... teu pau, teu pau... Nunca fiz com um deste tamanho, estou com medo!!!
Eu) - Você vai curtir, meu pau está louco pra comer seu cuzinho.
Heitor) - É muito grande... Eu não vou aguentar, já fiz maiscom caras mas o pau deles era pequeno.
Eu) - Caia de boca! Chupa minha rola, quero sentir essa sua boca me mamar.
Passo minha mão nos seus lábios e ele ali, me olhava só desejo e então o abaixava rumo a minha rola que parecia uma pedra de tesão por aquela situação.
Enfiei meu pau sem dó na boca dele... no começo deu umas engasgada mas depois mamava gostoso e engolia com vontade. ele se ajoelhou entre minhas pernas, eu levava minha mão em sua bunda e comecei a dedar o cuzinho.
Aí ele começou a revelar ser um delicioso viadinho.
Rebolava e piscava o cuzinho enquanto degustava minha geba, fazia movimentos fortes de vai e vem ... em poucos minutos senti que ia gozar e segurei sua cabeça, comecei a encher sua boca de porra... ele tentou tirar...
Eu) - Chupa! Engole tudo...
Ele se engasgou um pouco porém fez bem seu trabalho, aquela boca linda soube muito bem como engolir cada gota do meu sêmen.
Ele olhou nos meus olhos.
Heitor) - Posso te beijar?
Eu) - Nunca fiz isso com outro cara. Mas...
Sentia ali aquela boca junto a minha, era diferente, pequei em seu cabelo, curtia o gosto do seu beijo e ele acariciar todo meu corpo.
Suas mãos macia e seu jeito tímido me fazia despertar ainda mais o tesão e a vontade e comer aquele cuzinho.
Heitor) - Vamos lá pra cima?
Subimos até meu quarto, aos beijos eu retirava toda sua roupa e via a perfeição daquela bundinha que receberia meu pau.
Ele se deitava de bruço e via a seu rabinho, o acariciava e beijava aquela bunda empinada so pra mim, minha mão caminhava.
Pequei um creme de instante e comecei a massagear sua bunda e logo chego no seu rabinho, enfio meu dedo pra sentir a quentura daquele rego.
Heitor) - Não sei se aguento. Não... não...
Deitei sobre ele e em beijos direcionei meu pau no seu anelzinho.
Eu) - Você vai gostar, apenas relaxa.
Meu pau deslizava no seu reguinho e eu sentia seu anelzinho piscar quando meu pau dava uma cutucadinha, ele meio que tentava sair, estava com receio.
Tirava um pouquinho e enfiava mais, quando senti a cabeça do meu pau ja tinha entrado pois ouvi o gritinho que o viadinho deu, fui enfiando devagar mais sem parar, ele gritava e isso aumentava mais o meu tesão quando percebi meu saco bater na sua bundinha... agora aquele viadinho era inteirinho meu.
Comecei a rebolar em cima dele passando a meter bem devagarinho, meu pau parecia que ia explodir ele começou a se contrair e em seguida comecei a enfiar e tirar, quando senti que ia gozar acelerei os movimentos e comecei a meter de verdade naquele cuzinho... meu pau explodiu num gozo intermitente enchendo seu cuzinho de porra.
Ele começou a gemer alto e tremer todo, agora era ele que estava gozando sentindo minha porra fervente em seu cuzinho.
Horror então se contorcia de prazer e juntos num beijo suado matamos nosso desejo.
Depois do nosso sexo fomos banhar, Heitor além de tímido era carinhoso, gostoso e beijava prazerosamente bem. Depois do banho fomos tomar café e logo ele foi embora
Passou maia hora maninha chega.
Jessica) - Estou cansada. Aff.
Eu) - Seu amigo veio aqui.
Jessica) - Heitor??
Eu) - Sim.
Jéssica) - Ja sabia!
Ahh como assim???, vi ela subindo me deixando sem resposta.
Autor. Danyel
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