Click Na Foto e Leia

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Capitulo FINAL postado 11/07/2017

16 de julho de 2017

Perdi a aposta, mas ganhei duas rola.

Ficar até tarde zuando com a turma. Quem nunca?
Sou Luciano, tenho 1,70 de altura, magro, cabelo castanho, olhar fixo e todo na minha, sempre que posso fico na rua de casa junto com meus amigos, brincamos de queimada ou até mesmo de esconde-esconde, é a maior diversão, a rua da minha casa é daquelas sem saída por isso a gente tem mais liberdade, ficamos bebendo tereré, bebida típica daqui de Mato Grasso do Sul e zuando até tardão, nossas mães nem liga, afinal é um grupo bem na nossa.
No final da rua, ao lado de um lote baldio havia dois carinhas, maior delicia, já havia fitado geral, mas me mantinha de boa sem dar muita pínta rsrsrrs.
Numa noite a bola que jogávamos foi para o fundão da rua, chegando para pegar sou chamado por um dos dois, eles estavam num banco em frente suas casas tomando tereré.
Eu) – Boa noite Beleza?
Carinha) – E aí, sou Junior e vi que tão jogando de boa, aceita mais dois no time?
Na hora meio que não entendi, afinal sempre se víamos nem dava moral, mas então os enturmei com a galera, e fiquei fitando melhor os dois.
Eu) – Opa. Vlw. Esse é meu brother Sandro.
Junior é moreno, 1,70 de altura, cabelo todo espatifado para o lado, olho cor de mel e tal, mó gatinho, já Sandro é branco, baixinho e cara de marrento, todo na dele.
Já era super tarde e galera já se ia para suas casas, no final ficamos só eu e os carinha.
Junior) – Toma um teras lá com a gente?
Fomos para o final da rua, sentamos no banco embaixo do pé de manga e curtimos maior papo, júnior mais falante e Sandro bem na dele, quetão mesmo.
Junior) – Cara topa uma aposta?
Eu) – Não entendi!
Junior) – Sandro aqui corre demais, mas vi que tu manja também quando veio pegar a bola aqui, vocês dois core até o começo da rua e volta, quem perde recebe um castigo.
Dei risada na hora, mas topei o desafio, mó silêncio de Sandro e a ordem de Junior, e fui...
Perdi feio rsrsrsrrsrs apenas via eles me zuar rsrsrsr, tomei uma golada de tereré e ouvi.
Sandro) – E aí Junior, qual castigo?
Quando ouvi a fala daquele cara que só ficava em silencio vi que era maior comédia.
Junior) – Ajoelha e paga um boquete pra gente!
Eu) – Isso não vale!
Junior) – Trato é trato...
Quando não Sandro já estava com a vara pra fora, apenas obedeci, afinal perdi e já fui agindo, ajoelhei e cai de boca na dele, uma rola media e fina, mas cheirosinha e sem nenhum pelo.
Enquanto eu chupava Sandro via Junior abaixar seus shorts e me puxar em direção a sua geba. Putzzzzzzzz grossa, 18 centímetros e com baita cabeção, rola cheia de veias e tal, bem diferente da do Sandro, mas tão bem cuidado quanto... não me fiz de rogado e só mamei enquanto batia uma para Sandro que curtia ver eu lambendo a rola do brother dele, forçava minha cabeça pra atolar com vontade até eu me engasgar...
Junior) – A gente sabia que tu manjava cara... boca gostosa do caralho.
Dei uma sugada com vontade olhando para eles, fui para piroca de Sandro... lambi suas bolas toda lisinha e engolindo, punhetava Junior e sugava as bolas de Sandro que com suas mãos apalpava minha bunda.
Sandro) – Vamos comer esse cu cara!
Nem resmunguei, fomos para o lote baldio que tem mais dois pés de manga, maior escuro e lá já estava com a roupa sendo tirada por aqueles tarados gostosos.
Junior) – Vamos ver se este cuzinho é tão gostoso quanto a boca.
O cara só de sunga, nem ai para a cena, apenas queriam me atolar, eu mamava no Sandro enquanto seu amigo dava dedadas no meu anelzinho.
- Que cu apertado que ele tem Sandro.
Sandro) – hoje é nosso!!!dedos, pedia calma, mas sou calado por uma geba toda na boca, engolia com vontade e era fudido pela garganta, enquanto minha raba era preparada pra aguentar a rola do Junior, que então começa a fincar em mim, senti uma dor dos infernos, com calma aquele carinha da rua enfiava até o talo, tentava conte-los, mas em vão, estava com a boca entupida com a geba de um e o cu sendo fudido pelo outro... pareciam sedentos por sexo.
Junior) – Fazia hora que a gente observava essa buzanfa pra gente comer.
Meu cu era explorado por Junior e eu gemia com vontade, enquanto mamava Sandro sentia seu corpo, suas pernas lisa e seu jeitão, já Junior metia e dava tapas firme, me voltava para trás, fincando tudo dentro quando eu parecia que estava fugindo do seu cacete.
Que pica gostosa daqueles machos, me sentia realizado, afinal fazia hora que fitava aqueles carinhas mó delicias mas hoje dava sem neura.
Junior) – Senta lá no chão maninho!
Sandro sentava no chão enquanto meu cu engolia sua geba, de costas para ele e de frente para Junior que já dava rolada na minha cara.
Junior) – Rebola gostoso vai...
Eu se apoiava no chão enquanto fazia aquele vai e vem, posição que começou desconfortável, mas logo ficava delicia, o olhar de Junior analisando seu brother comendo um cu era sensacional, ele batia punheta bem perto do meu rosto e eu sentava deliciosamente ouvindo grumidos de Sandro.
Rebolando.... para frente e para trás, cima e em baixa.... meu cu culoso...
Junior) – Abre a boca!
Mal abri e já a grossura do mastro dele me fazia babar... tentava engolir tudo e curtir aquela geba toda, mas fazer as duas coisas naquela posição era complicada, pois Junior forçava demais minha boca...
Pedi para ficar de quatro, de raba pro alto para receber primeiro Sandro que afundava e parecia um louco por cu, metia e metia... eu gemia gostoso, já Junior era mais cuidadosos e ao pôr apenas dedava antes pra ver o estrago feito por eles.
Ficou revezando os dois, eu de quatro e cada vez um afundava a pica, o primeiro a gozar foi Sandro dentro do meu cu... senti aquele leite quentinho, enquanto ainda escorria Junior já fincava a madeira no meu rabo e dizia querer aproveitar a lubrificada do seu amigo, mas não demorou muito também pra esguichar porra... e eu sem tocar no meu pau também gozava loucamente... que viagem, aqueles dois carinhas do final da rua me comeu loucamente, eu exausto saia dali todo lambrecado de porra.
Sandro) – Pó cara você manja mesmo hemmmmm
Junior) – Faz horas que tamo afim de te enrabar, mas não sabíamos como chegar, mas meu amigo aqui deu as ideias.
Saímos do lote e voltamos para o banco embaixo do pé de manga, tomamos mais um tereré e deste dia em diante a gente sempre que dava eu recebia a rola delicia dos dois.
FIM -
Autor - Daniel
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Noiado bom de Cu e bom de Boca.

Eu tinha acabado de sair da balada, três da madrugada e eu turvado na cachaça, caminhando em busca de um ponto de moto táxi há cinco quadras da festa vi numa esquina um carinha, sem camiseta e bermudao.
Eu) - Pó mano! Sabe onde tem moto táxi aqui?
O cara parecia viajado, tinha um baseado na mão e foi apontando na direção...
Eu) - Vlw mano! Perdido aqui, primeira vez nesta balada.
Todo sorridente ele me oferecia uma puxada.
Eu) - Tô de boa Men.
Fui meio que saindo até ele me chamar...
Carinha) - E aí. Tá afim de curtir um lance?
Já tinha sacado qual a dele, mas ficou fitando a direção da minha rola.
Eu) - Ah chefe, sei essas parada não.
Carinha) - Lá pra frente tem um lote baldio. Topa?
Putzzz. Na hora fiquei meio pensativo, mas tirando duas que pequei acabei só né.
Eu) - Então, mas você...
Carinha) - Eu faço o que tu curtir.
Aquele olho bem vermelho, carinha magrinho todo marrento, tatuagem e tal, nem parecia mamador.
Chegamos num breo da pega, atrás de um pé de manga ele deu uma tragada e já veio com na mão direto no alvo.
Foi abaixando minha calça e sem neura já tirava meu cacete que estava mó duro e caia de boca, viajava na forma que aquele cara todo vida loca me chupava.
Segurei no seu cabelo e fui metendo na boca dele, ele engasgava mas engolia sem chorar meus 19 centímetros
Eu) - Mas manja em Men.
Metia até o talo, garganta profunda e acelerada... Só ouvia o baralho da socada na boca dele, se apoiando na minha perna e de joelhos eu aproveitava.
Chupando meu pau ele subia até meu mamilo, lambia e me arrepiava, não sou o cara galã mas tenho estilo, tenho 1.90 de altura, magro, branquelo, cabelo curto e olhos castanhos, algumas espinhas na cara, coisa natural de um rapaz de 19 anos.
Naquele momento o carinha já me punhetava e beijava minha boca.
Confesso que senti estranho e tal, mas curtia aquela sensação de transar com um desconhecido, sentia o gosto e o cheiro de maconha mais se jeitão gostoso de beijar, pequei no seu corpo e ali mesmo queria comer seu cuzinho, aquela coisa mecânica de dois machos, mas prazerosa.
Ele virou e se apoiando na árvore empinava aquela bunda linda, e que bunda...
Toda durinha, cheinha.
Eu) - Abre aí para toma rola!
Me obedecia e abria a passagem para atolar nele, dei uma dedada no seu cu, lambuzei com cuspe e fui direcionando meu caralho pra entrar.
Segurei nele e fui enfiando, bem lento para não judiar... ouvia ele receber com gemidos de dor, mas aguentava tudinho, meu pau é grande, mas não tão grosso, parava e continuava até sentir que foi até o talo.
Rosto apoiado na árvore e bunda com piroca dentro, era a situação daquele noiado gostosinho, cu bem apertado e prontinho para sentir a pressão.
Comecei a acelerar e ouvir seu respirar profundo, meu pau rasgava seu anelzinho todo apertado. Toma! Toma!
Bombava sem dó.
Ele gemia e com encostar do nosso corpo fazia aquele barulho, era toda minha rola no cu dele, até as bolas.
Ele dava uma rebolada e eu dois tapões de prazer, nossa que viagem, comer o cuzinho e dar mó tapa naquele bundão só ouvindo aquele machinho gemer.
Cu gostoso demais, quentinho... Nossa!
Dava uns embalos na bunda dele, parava e deixava a cabeça bem na entrada das suas pregas e tocava a rola pra dentro, ele sentia a pressão, mas sabia levar rola, assim socava sem dó, batia na bunda dele e metia, a vontade de gozar era muita, mas aquele rabo quente me fazia querer segurar ainda mais meu gozo.
Era impossível segurar, então meu pau explodia gozo no toba daquele noiado, ele segurava minhas pernas pra receber cada gota dentro do seu anelzinho, suei de prazer e naquele escuro despejava porra, então retirava meu pau, ele ajoelhava e dava mais um trato no meu cacete, lambia tudo, minhas bolas e toda extensão do meu cacete, engolia com vontade eu meia bomba só gemando com aquele prazer todo.
Aquele mano agora me dava um beijo gostoso e eu tocava nele, sentia aquele carinha e então a pausa, ele saia de perto e acendia mais um baseado.
Eu) – Sou Marcelo.
Carinha) – Eu Sandro.
Apertei a mão dele e fiquei de boa ali, observando...
Sandro) – Você é muito gostoso hemmm. Repetimos?
Eu) – Moro do outro lado da cidade, mas tem celular?
Pequei o número dele e já fui para o ponto de moto taxi, satisfeito, pois além de ser mó delicia aquela gozada havia uma chance de agir de novo.
FIm -
Autor - Daniel
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Dando gostoso para o pai da minha melhor amiga.

Sou Oliver e tenho 23 anos, 1,68 de altura e 70 kg e moreno, o fato a ser narrado aconteceu comigo a uns tempos e confesso que me surpreendeu muito.
Em um dia daqueles de tédio resolvi instalar um app de relacionamento, em instantes aparece alguns convites mas percebo um coroa, parecia ter uns 48 anos e tal, resolvi então dar moral e um papo agradável acaba acontecendo, mas ficou no ar a sensação de já ter visto ele, então aquele momento se torna em um papo via whatsapp.
Augusto foi bem cordial, 48 anos 1,80 de altura e também moreno, um coroa bem apresentável com bom papo que me atraia, então descobri que realmente o conhecia, era pai da Juliana, minha melhor amiga, fiquei com muito receio e ele também, mas aquele coroa além de ser bom papo também demonstrava saber o que curtir, o que me dava maior tesão a sensação de perigo e prazer.
Continuamos aquele papo e por algumas semanas o medo de agir se tornava menos comum, então transmitimos aquela segurança de um motel, fomos em um distante do nosso bairro.
Augusto) – Bebe alguma coisa?
Pequei uma cerveja e ele foi colocando uma música, meia luz e pronto... ambiente agradável para o crime rsrsrsrsrsrsr.
Augusto se aproxima com delicioso beijo e me desarma, sinto gosto da sua boca e o tocar no meu corpo, mãos fortes e pegada firme, era ele me fazendo curtir estar ali, minhas mãos se perdia e nossas roupas também. Toquei naquele mastro grosso, uns 17 centímetros e uma cabeça bem avantajada, eu o punhetava enquanto nos curtia, suas mãos já estavam tomando posse de toda minha bunda.
Augusto) – Quero comer gostoso essa bundinha. (Dizia ele no pé do meu ouvido)
Seus dedos já caminhavam para a entrada do meu anelzinho enquanto eu só pensava em levar aquela geba, mas antes resolvi pagar aquela garganta profunda, sentei ele na cama e dei meu melhor, só o ouvindo respirar fundo enquanto mamava toda extensão da sua rola.
Caminhava minha língua por toda a extensão daquele mastro, fazia ele delirar sentindo ele segurar firme no meu cabelo como sinal de excitação.
Sua pica de tamanho normal, mas grossa e seu jeitão me dava ainda mais tesão, enquanto saboreava o gosto do seu pau sentia meu cuzinho piscar de desejo.
Eu) – Vemmmmmm meter! Dizia eu de quatro em cima da cama rebolando.
Augusto prontamente deu um tapão, me colocava no jeito, mas antes de afundar sua pica lubrificava com sua língua, era minha vez agora de respirar fundo enquanto aquele coroa gostoso lambendo todo meu anelzinho.
Augusto me dava um chá de língua, lubrificava bem o rego que logo seria regaçado. Sentia entrar sua língua dentro do meu cuzinho e respirei fundo quando senti a cabeça da sua rola perto do meu buraquinho
Eu) Ai ai ai ... devagar!!!
Ele começava introduzir seu mastro no meu cuzinho, que recebia sem ressalva aquele pau, confesso que a dor veio, mas suas mãos e experiência me fizeram relaxar.
Começando levemente suas estocadas eu sentia um prazer louco, sua pica já estava toda dentro de mim e seu vai e vem era frequente, seu suspirar fundo e eu gemendo, não conseguia conter o quanto estava gostoso.
Um gemido alto, ele então ia devagar, em certos momentos acelerava e aquela situação me arrepiava todo, mas ele sabia o que fazer, e assim por prazerosos minutos eu era enrabado.
Eu) – Deixa eu sentar gostoso nele?
Sem nenhuma resposta Augusto deitava na cama e eu sentava no seu cacete, meu cu engolia tudinho e apoiando no seu peitoral comecei um rebolar acelerado, sentia ele respirar fundo, era gostoso dominar aquele macho que parecia segurar...
Augusto) – Para! Para! Ai Ai ai... se não vou gozar...
Foi aí que acelerei ainda mais, então cada mexida, cada vai e vem e a visão dele tentando segurar jatos de porra me dava maior tesão, sobe e desce, de frente e para trás... e logo ele soltava jatos e jatos de porra quentinho dentro do meu anelzinho, meu olhar e nosso beijar, ali mesmo ele era vencido, sai daquela geba e fui curtindo até seu pau todo melecado, comecei a chupar e sentir o gosto do seu gozo, olhando para ele... vendo seu rosto de desejo.
Depois daquela foda um banho morno e mais piroca, agora no banheiro eu em pé com rosto para a parede e com rabinho todo empinado, notava Augusto com aquele mastro na ativa enfiar sem dó, água caia e eu rebolava, mais uma foda louca, pica e mais pica, suas mãos fortes segurando nas minhas ancas e toma.
Que coroa insaciável com uma geba maravilhosa, tudo de bom rebolar mais e mais, ao ponto de ele anunciar mais gozo, mas agora ao invés de ser dentro do meu cu me pedia para ajoelhar, queria dar leitinho direto na minha boca, abrindo ela com suas mãos fortes eu apenas recebia aquele gozo branco com cheiro forte e gosto maravilhoso.
Depois daquele momento no motel a gente não se viu mais, até fui na casa da Juliana algumas vezes, mas o pai dela sempre trabalhando.
Belo dia tinha uma entrevista de emprego, então como meu pai estava com carro na oficina resolvi pedir para Juliana me levar, liguei para ela e então recebo seu retorno.
Juliana) – Migo, estou indo para o curso, mas pedi para meu pai, ele já ja passa ai.
FIM*
Autor - Daniel
www.contosdedaniel.blogspot.com
Relato recebido por um leitor via e-mail

23 de junho de 2017

Matei Aula pra Dar o Cu. - Parte 01

No terceiro tempo, aula de matemática e eu no banheiro, aquele silêncio total bem diferente do horário do intervalo, mas precisava do silêncio pois não me sentia bem.
Sou Isaque, branco de olhos cor de mel, estatura média e magrinho, cabelo liso preto com corte moderno, tímido e de poucos amigos naquela escola onde era novato, sabia que meu grau de timidez era com referência ao meu desejo por garotos e toda aquela situação.
- Matando aula?
Ouvi logo atrás de mim, percebi ser Eduardo.
Eu) - Um pouco de dor de cabeça só...
Ouvia o som dele urinar no mictório e meu coração em disparado, afinal esse é o carinha bonito da sala, mas diferente destes personagens Edu como era chamado é super na dele, simpático e sempre alegre, não se achava como alguns com sua beleza.
Edu é moreno, corpinho de quem joga futebol e olhos negros, cabelo encaracolado e sobrancelhas que dava um charme no seu olhar de garoto irado.
Edu) - Tenho dipirona. Aceita?
Eu) - Precisa não... Já melhora.
Edu) - Vamos lá para o fundo da escola? Lá é de boa e ninguém perturba.
Eu) - A biblioteca abandonada?
Edu) - Sim rsrs quando sumo das aulas chatas já sabe meu segredo.
Eu) - A diretora não pega?
Edu) - Ninguém vai lá... Rlxxx. Vamos?
Lá era como um galpão, cheio de mesas e cadeiras estragadas e alguns materiais de construção, estava interditado.
Eu) - Nunca tinha entrado aqui, é maneiro hemmm
Edu) - Venho sempre aqui relaxar rsrsr e curtir umas mina kkkk
Aquela risada maldosa dele não me surpreendia, ele era alguém que atraia.
Edu) - E você pegando alguma da sala??
Fiquei sem graça na hora...
Fiz apenas sinal negativo com a cabeça.
Edu) - Cara faz hora que não como um cuzinho hemmmm
Dei uma risada e vi ele pegando com vontade no volume que se manifestava.
Edu) - Faz hora que notei que você tem uma bundinha responsa hemmmm, mais bonita que das mina...
Eu) - Oxxi tô te estranhando rsrsrdr
Edu) - Rlxx eu sou de boa, sendo bom para ambos tá Valendo...
Ele estava a um metro de distância de mim, então tentava mudar de conversa, mas ele parecia determinado.
Edu) - Tenho um primo meu que estuda a noite aqui é tora altos aqui.... As vezes ele me convida...
Eu) - Seu primo é do bairro?
Edu) - É sim... Gente boa ele.
Mas é aí vamos ficar nessa?
Eu) - Como assim?
Né que Edu tira a pica para fora e fica balançando...
- Sei que você gosta... Vemmm
Ouvia seu mastro bater na sua mão, não conseguia ter reação e nem o que fazer.
Edu) - Relaxa, ninguém vai ficar sabendo... Só está eu e você aqui.
Meu pensamento não conseguia estar na ordem, me aproximei, ajoelhei e toquei naquele troço enorme, veias saltadas e sem nenhuma mancha, apenas sinal das veias e ao me aproximar estar cheirosinha.
Sentia seu toque no meu cabelo como forma de me fazer se aproximar
Coloquei a cabeça na boca e lentamente fui curtindo àquele mastro, chupava devagar e sentia o gosto da pele morena, fazia o vai e vem, mas não conseguia engolir tudo, mesmo assim ele me forçando...
Edu) - Isso, hummmmm que boca gostosa hemmmmmm
Chupei toda extensão daquele pau gostoso, até ele me pedir para me levantar... Fiquei frente a frente com ele, senti suas mãos separar meu cabelo.
Edu) - Você é uma delícia...
Seus lábios tocam no meu, seu beijo gostoso e seu carinho, me entreguei naquele momento, pois jamais pensei que o carinha da sala me chamaria de delícia. rsrsrs
Meu corpo parecia energizado diante daquele prazer, seu jeito, sua forma e suas mãos que já apertava minha bunda.
Edu) - Você vai ser meu?
Fazia sinal positivo com a cabeça o ouvindo.
Edu) - Vai fazer o que eu quiser?
O momento mandava um sim é novamente beijos e beijos,
Me virava contra a parede e tocava na minha bunda.
- Empina esse rabo!
Com tapa ele ordenava, sentia então seus dedinhos molhados brincar com meu anelzinho.
Edu) - Que cu gostoso... Vou saborear ele logo logo...
Mordia minha bunda enquanto laceava meu cu.
Senti a cabeça da sua pica e me contorcia, ele enfiava devagar, uma dorzinha e somos interrompidos pelo barulho lá fora.
Edu) - Deve ser o zelador...
Colocamos a roupa e ficamos escondidos em silêncio, eu estava com medo, Porém era uma situação nova.
Edu dava risada, eu também e depois de uns momentos o sinal do fim da aula.
Eu) - Eita e agora?
Edu) A gente sai na maciota.
Mas é aí, amanhã vamos terminar?
Eu) – Ahhh não sei...
Sou interrompido com um beijo,
Pensei e pensei, acabei aceitando sei lá porque.
Edu) - As oito da manhã aqui neste mesmo lugar. Ok?
Fiz sinal com a cabeça, pequei seu whatsapp e fomos na boa, como se nada tivesse acontecido, encontramos a turma da sala e cada um seguia.
Chequei em casa meio dia e minha mãe notava minha alegria.
Mãe) - Olha chegou cantarolando hemmmm
Subi direto para meu quarto e então já via whatsapp de Eduardo.
(Amanhã hemmmm minha delícinha)
***Final de tarde sempre vou na padaria do bairro, chequei e pedi o pão, não tirava Eduardo da minha mente, mas quando vou saindo acabo trompando em alguém.
-Ah me desculpa!
Olhei despercebido e é um moreno alto, já tinha visto ele antes, mas nunca tão perto rsrsrsrsr- todo parrudo de um corpão, tatuagem no braço e uma carinha de garoto, aquele típico cara enorme com cara de neném rsrs era ele.
Perguntou se eu tinha me machucado e respondi, me organizei e sai...
(Hoje é meu dia de sorte rsrsrs dois delicias deste kkkk) pensei alto.
Queria que a noite terminasse logo, fui dormir cedo, acordei as 5;30 tudo pra ficar todo arrumado, tomei aquele banho gostoso, minha mãe até se assustou.
Chequei na sala e aguardava tocar o sinal para fugir, Eduardo estava lá no final da sala, de regata e todo lindo como sempre.
Sino toca e vou ao banheiro, era hora de matar aula para levar pica, meu cuzinho piscava de desejo e meu coração estava disparado de emoção e desejo.
Espero um tempo e vou, entrei naquele local meio escuro e vou para mesmo local q ficamos ontem, quando chego Eduardo ainda não estava, mas ouço.
- Olha que é o carinha desastrado da padaria!!!
CONTINUA****
AUTOR DANIEL -

Matei Aula pra Dar o Cu. - Parte 02 - Final.

Sino toca e vou ao banheiro, era hora de matar aula para levar pica, meu cuzinho piscava de desejo e meu coração estava disparado de emoção e desejo.
Espero um tempo e vou, entrei naquele local meio escuro e vou para mesmo lugar que ficamos ontem, quando chego Eduardo ainda não estava, mas ouço.
- Olha que é o carinha desastrado da padaria!!!
Levei um susto quando não é o cara que trompei, o parudo com carinha de novinho.
Eu) – O que faz aqui?
Quando não Eduardo aparece:
- Isaque esse aí é meu primo que te falei. – Paulo seu nome.
Eu) – Não me falou que ele estaria aqui.
Edu) – Foi uma surpresa.
Eu) – Vou para a aula!!!
Quando vou saindo o cara todo cheio de marra me segura pelo braço.
- Você não vai deixar a gente aqui tudo com vontade de você né?
Edu) – Minha delicia, você falou que faria tudo por mim, vem...
Neste vem aqueles dois caras a minha disposição, o seu primo todo gostoso, enorme e bonitão, já Eduardo aquele jeito dele gostosinho, meu coração parecia em dúvida entre ir e ficar, mas novamente sou puxado e o tal do Paulo mostra a que veio, me empurrando contra seu peitoral me lasca um gostoso beijo me fazendo apenas de agarrar naqueles braços todo másculo, sem entender apenas agia, enquanto isto Eduardo já vinha atrás de mim, abaixava minha bermuda e beijando minha nuca, fazíamos ali um sanduiche humano do prazer.
Quando Paulo tirou a camisa eu realmente percebi a diferença, muito além de um garotão com rosto de menino era dono de um tanquinho e de uma mangueira de uns 19 centímetros, grosso que pulsava forte, enquanto o beijava o punhetava e curtia o toque do Eduardo na minha bundinha,
A diferença da pica de um para o outro era gritante... do meu Edu era bem menor, grossa e tal, gostosa também, do Paulo era uma cepa de uma geba e eles ali, cada um com uma polpa da minha bunda, os dois me beijando e eu louco para ser atolado.
Nem me fiz de rogado, segurei numa das carteiras quebrada e empanei a bunda, ali um ao lado do outro, comecei a rebolar, então veio Eduardo primeiro, meteu a língua no meu anelzinho enquanto minha boca era atolada pela geba de Paulo, minha boca estava entupida enquanto Eduardo já enfiava seu pau no meu cu, a mesma dor de antes, mas agora com a segurança de outro macho forte que me beijava enquanto deixava seu primo me rasgar, o pior seria quando eles trocassem de posição, mas em fim, muita dor, pedi pra ele ir devagar, parar um pouco.
Paulo) – Calma nossa delicia....
Relaxei e senti o beijo e a segurança daqueles braços enormes enquanto Eduardo já judiava e acelerava com seu cacete.. E que sensação, meu corpo suava e dentro de mim eu mal conseguia me conter, dar o cu para dois era algo que jamais pensei, ainda mais as escondidas na biblioteca abandonada da escola, era bom demais.
Segurando minha bunda ele metia com gosto, enquanto eu chupara o rolão de Paulo ele mesmo abria meu rego para Edu socar sem dó e mais acelerado, ofegante aquele delicia parecia possuído por um cu e então anunciava seu gozo e eu todo aberto, sendo segurado por um mãozão até sentir ele tirar sua geba e espirrar todo seu gozo no meu bumbum...Paulo nem espera eu me ajeitar e já vinha, eu já tremia de novo, afinal a diferença de uma geba para o outra era demais... ele então enfiava, putzzz dei um salto pra frente, então me mandava relaxar e devagar enfiava, meu cu parecia sendo rasgado de novo, a dor era menor, mas a força dele era bem ousada, a quentura do seu corpo estava além, gostoso e ousado.
Puta que Pariuuu (Bradei)
Paulo atolava tudo, me fazia gemer sem dó, socava até o talo e meu anelzinho já antes judiado agora era realmente abusado por um picão de macho.
Paulo) – Que cuzinho gostoso Ai Ai ai.. v(dava Tapas)
Eu saia do lugar de tão forte que ele metia, me segurava naquela carteira escolar, meu cabelo era puxado e via o rosto de Edu feliz vendo aquela grandão me comer enquanto ele se punhetava.
Numa rapidez aquele homem me colocava agora em cima da carteira e abria meu cu, me atolava numa volúpia, enquanto apoiava minha perna no seu peitoral, dedava meu anel e dale rola, segurando minha perna ele não poupava socadas, eu me punhetava e Edu preenchia minha boca com seu pau... Nossa!!! Que era aquilo???
Na minha frente um baita homem com cara de garoto, dono de uma majestosa pica e uma pegada quente, na minha esquerda Edu, o carinha mais gostoso da escola com pau suculento e gostoso, eu me punhetava e os admirava enquanto num urro, grito e gemidos dos três o gozo era sensacional. No meu cu Paulo despejava jatos e jatos, eu gozava sem dó e lambia o gozo de Eduardo que esguichava no meu rosto.
FIM-
Autor Daniel

24 de maio de 2017

Fui tomar umas cervejas com meu TIO e acabei é tomando no Cu.

Sempre fui assumido para minha família. Sou Matheus tenho 1,85 de altura, branco e magro, tenho olhos pretos e apesar deles saberem sou discreto...
Meu tio Roberto é daqueles coroas com cara de safado, é alto com barba rala e uma leve barriga de cerveja, é o tio comédia da família, todo cheio de piadas e tal... minha relação com ele sempre foi de boa, as vezes vou na casa dele e por diversas vezes o via de samba canção, mas nunca senti nenhuma atração, era algo mais familiar. Mas naquela sexta-feira foi diferente...
Ao chegar ele estava na varanda, ouvindo música e tomando uma gelada, me convidou e ficamos colocando o papo em dia, já estávamos na quarta garrafa quando notei ele acariciar sua geba ao falar.
Roberto) – Faz horas que não arrombo uma buceta hemmmm
Dei uma risada discreta porque jamais pensei que havia algum intensão até o ouvir.
Roberto) – Oh sobrinho, seria bom tu liberar né?
Na hora fiquei envergonhado e tomei mais uma golada, rimos da situação e notei ele se afogar em mais uma garrafa enquanto minha mente tentava entender o que ele havia dito.
Roberto) – A cerveja acabou, pega mais na geladeira?
Fui a cozinha e abri a geladeira, era uma cozinha americana, espaço pequeno, enquanto pego ele vem por trás e me dá uma encoxada me fazendo sentir aquela geba dura.
Roberto) – Adoraria sentir uma mamada sua...
Sinto ele apalpar minha bunda “esse cuzinho deve ser delicioso” soprava no meu ouvido fazendo ficar arrepiado na hora.
Ele vira meu rosto e sem nenhum pudor começamos a nos beijar, era estranho, eu era tomado pelo prazer e então já tinha sua pica dura na minha mão que explodia por fora daquele short de futebol....
Batia uma para ele enquanto sentia o gosto do seu beijo, sua pegada carinhosa e seu cacete que pulsava de tanto tesão, nos arrastamos até o quarto.
Roberto) – Hoje você vai ser minha putinha!
Abaixo seu short e me deparo com aquele pau médio, moreno e com uma cabeça grande, começo passando a língua na cabeça e vou saboreando cada parte, então ele segura meu cabelo com força e atola aquela rola na minha garganta sem dó – me engasgo e tento sair, ele retira e mete de novo.
Roberto) – Hoje vai provar um macho de verdade
Sem terminar de dizer eu apenas sentia ele fuder minha boca, ia fundo e eu babava, mas gostava daquela pegada de homem, aquele jeito dele começava a me atrair, era um tesão louco e uma vontade que fazia meu cuzinho piscar, socadas e mais socadas, tentava as vezes respirar continuamente... em vão... sua forma de meter era mais rápida, ouvia ele falar palavrões, e eu ali... curtia aquela situação com meu tio.
Me puxava e ficava de frente a ele, em beijos ele apalpava minha bunda e me ordenava ficar de quatro, meu corpo agradecia, não via a hora de ver ele em ação e sentir aquela pegada gostosa me fudendo, mas aí que ele me surpreendia, eu de bunda empinada e ele metia agora sua língua. Que delicia!!!!!!!
Meu corpo na hora respondia aquele ato, eu gemia sem me importar com o volume, era gostoso demais sentir a língua dele caminhar no meu cuzinho, meu pau parecia explodir e sair baba sem ao menos eu tocar nele... eu me agarrava nos lenções e me contorcia pois era prazeroso demais.
Agora sentia a cabeça da sua rola encostar no meu cu, ele tampava minha boca e sussurrava no meu ouvindo.
Roberto) – Agora vai ver o que um macho de verdade...
Na mesma hora sinto ele socar sem dó, tudo de uma vez só. Grito de dor pois parecia que estava sendo rasgado, ele urrava palavrões atrás de mim enquanto metia ritmado, e eu respirava fundo, acostumava com a dor e aquilo começava a ser prazeroso, agora além de tomar no cu literalmente eu também senti suas palmadas na minha bunda, deliciosamente ele urrava meu nome enquanto eu rebolava e dava gostoso.
Roberto) – Ah sua vadia, se fizer assim eu vou acabar gozando...
Meu cu recebia a quentura daquele mastro gostoso, o lençol da cama já estava todo sujo com meu gozo e eu não me continha em mandar ele socar mais e mais, eu gritava.
Mete!!! Mete!!! Mete!!!!
Meu pau despejava porra na cama se se quer eu tocar, era o prazer de dar para o meu tio.
Então sinto uma estocada funda, sua força sobre meu corpo e então jatos e mais jatos de porra dentro de mim... que viagem..
Seu gozo quente estava todo despejado, ele calmamente tirava seu cacete e deitando ao meu lado dizia.
– Que foda gostosaaaaaaaaaaaaa!!!
Ele respirava fundo diante do cansado, me puxava até seu peitoral e ali fiquei. Pegamos no sono.
Acordei umas três da manhã e a porta apenas encostada, tomei uma água e sai, fui rapa casa tentando entender tudo, ou revivendo tudo na minha mente.
#Fim
História REAL do leitor Matheus – Da Bahia.
APENAS FOI ACRESCENTADO DETALHES NA HISTORIA, BUSCANDO MANTER FIEL A NARRATIVA DO ACONTECIDO.
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Escrita por - Daniel

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